1.3.09

(...)

nós nunca somos os primeiros, os descobridores ou inventores. tudo é um grande simulacro. a visão ímpar sobre algo que já é. novas facetas pra situações e pessoas da rotina. novas imagens para cenários tão repetidos. velhas músicas, novos sabores. nós sempre somos algo em alguém, assim como você me é.

foi.

sempre levamos um pouco deixando outro tanto, às vezes querendo ficar. vamos e voltamos centenas de vezes. às vezes indecisos, resolvemos fugir.

fugimos.

quando voltamos tudo o que era, se ainda for, tem gosto de novidade.

se já não é, muitas vezes só tem gosto de saudade.

25.2.09

(...)

quero sentar embaixo de uma árvore com alguém e jogar conversa fora. quero ficar filosofando sobre um bando de coisas aleatórias num dia bonito de sol. quero andar sem rumo numa noite estrelada cantarolando músicas românticas. quero beber e não ficar de ressaca. quero sumir e não sentir saudades. quero deitar na grama olhando pro céu, esquecendo do tempo, esquecendo pessoas, esquecendo problemas, sendo feliz. quero ir pra longe sem precisar sair daqui. quero me desligar e esquecer da vida num lugar legal, com uma pessoa legal, música legal e um papo legal, sem superficialidades. faz falta alguém que saiba ouvir, conversar e rir da vida. faz falta um bom papo longo sobre uma coisa qualquer.


faz falta ter tempo.

quarta-feira de cinzas, cinza.

23.2.09

.menos carnaval.

segunda-feira de carnaval, sozinha em casa. cigarros e café. me sinto perdida no meio de uma confusão que eu mesma criei. um impulso bobo, sem graves consequências, mas que tremeu a arquibancada da menina aqui que queria só assistir tudo de fora e sem querer entrou, meio que jogada por uma brisa leve e encantadora.
as pessoas realmente são surpreendentes. únicas, ímpares. apaixonantes de acordo com a sensibilidade dos olhos de quem as vê. não precisamos de um contato diário, mas sim o suficiente tempo capaz das mais gostosas sensações. e assim os anos passam, outras pessoas surgem e algumas outras reaparecem mais intensas, mais adultas, mais únicas do que antes. muitas conversas em comum, várias lembranças de um tempo bom que não volta nunca mais. muitas cervejas e segredos madrugada a dentro. muita ressaca e nenhuma vontade de existir um dia depois.

mais encontros. menos pessoas.

um vai e o outro fica.

é sempre assim.
todo carnaval tem seu fim.

-
as palavras brotam.

22.2.09

.liberdade do pensamento.

e daí a gente cresce. cresce, amadurece e envelhece. o que a até um tempo atrás tinha preferência na lista de coisas que quero/preciso, hoje perde lugar para neuras frenéticas e um lado mulherzinha que usa cremes que não massageiam o ego. algumas amigas riem, outras entendem e compartilham suas comédias da vida real entre um gole de cerveja e outro.
-
sempre carreguei comigo que a primeira impressão não é a que fica.
ninguém é normal o tempo inteiro, né? haha

-

acordei sem entender nada. sono, muito sono e uma ressaca sem bebida de um carnaval calmo, sem confetes ou serpentinas. o samba aqui é outro. o trio elétrico morreu na contramão atrapalhando o tráfego.

19.2.09

.pra me queimar em silêncio.

nas minhas curvas e esquinas
vivem desejos que fogem das mãos
fazendo o coração corar de vez em vez

17.2.09

(aparecer offline)

Ando tão ausente de mim, de quem é um pedaço meu. não é que eu não me importe com você, com o que sentes. eu apenas me desliguei por esses dias, como se eu não quisesse existir, sabe? apenas observar e sentir, mas não mencionar. eu quis me esconder em você, como uma criança que fecha os olhos com as duas mãos, gordinhas. eu quis ser o teu refúgio também, mas só consegui ser um porto, de saudade. eu fui pra longe, quase me perdi de mim, fiquei sem ar, suspirei, pisei na grama, tomei banho de chuva, fugi.

mas estou voltando, talvez de onde eu nunca deveria ter saído. não assim, impulsionada por sentimentos confusos e uma cabeça cansada de pensar. arrastada por perfumes, músicas e sensações que me prendiam no lugar onde eu ficaria, até então, pra sempre.


‘...fotografei você e revelou-se a sua grande ingratidão; dei tanto amor e você só me deu saudade...’

16.2.09

segredo é pra quatro paredes

15.2.09

.domingaz.


acordo cedo, escolho músicas, fico sem fazer nada na cama e me arrumo. vejo pessoas, muitas. algumas novas outras não. sorrio, cumprimento, desejo bom dia e cuido do que é meu. sai pra caminhar, mãos nos bolsos e um sol com cores de capim dourado a iluminar. adoro domingos, mesmo os mais deprês onde sozinha é que eu me encontro mais. adoro esse cheiro de domingo, de amizade. o gosto do que ainda está por vir, as lembranças da semana que passou, a agonia de um telefone que não toca. o que vai ser pra hoje? um piquenique com a melhor amiga, um passeio sem rumo e uma máquina fotográfica em punhos ou um domingo à tarde que não vai existir dentro destas quatro paredes?



eu nunca sei, mas vou sendo...



sentindo.


13.2.09

.bom dia, delegado.

estive em curitiba esses dias e, voltando pra foz, me deparo com o sorriso mais lindo de todos me desejando boas vindas. eu não lembro quando foi que me tornei tão apaixonada por ele, assim, de ficar contemplando até sair de mim. não sinto os pés no chão, não ouço nada além do que eu quero ouvir, não sinto fome. não vejo muitas pessoas, só as essenciais.

ele.


depois de uma noite linda regada a abraços, tim maia, cartola, cerveja quente e pessoas ímpares eu só precisava disso, um sorriso que me dissesse tudo, assim, em silêncio. exatamente como alguns sorrisos roubados madrugada a dentro. fui ao boteco mais fofo de lá, me sinto tão em casa, tão querida. sai com meus sobrinhos e é tudo tão lindo sempre. sou tia coruja, daquelas que derramam lágrimas quando um filminho começa a passar na cabeça.

bom dia!

acordei feliz e quero que isso te contagie. :*

11.2.09

.eu não sou tão triste assim, é que hoje eu estou cansada.

das coisas que leio por aí e por descuido, esqueço de anotar o nome do autor. palavras que não são minhas, mas que preenchem cada vazio que não consegui transformar em palavra. palavras que não são minhas, mas que se misturam com o que eu sou.

com o que sinto.


'talvez eu esteja enganada sobre algumas coisas. mas às vezes cansa. e eu estou cansada agora. cansada de perder tempo. cansada de não ter o bastante a oferecer. cansada de não ser a melhor. cansada de não ter como te satisfazer. cansada de não conseguir explicar. cansada de não querer explicar. cansada de sofrer sozinha com várias coisas ainda por falar. cansada de me limitar. cansada de tentar te convencer, cansada de esperar e cansada por sentir que talvez nunca vá acontecer. então, quando tu cansar de esconder o que tu és, o que tu sentes e o que tu realmente queres...
...venha aqui.'

8.2.09

.felicidade incômoda.

não, isso não é amor, não é paixão. não são juras de amor eterno, nem promessas de fidelidade exacerbada. não é um pedido de namoro, nem prestações de contas. isso tudo sou eu. carne, ossos e sentimentos. sou sinceridade. não sei guardar a felicidade de hoje para amanhã, nem escolho hora para sorrir ou sonhar. não oculto sentimentos, não tenho medo de dizer o que sinto, como gosto ou se gosto. às vezes, em dias como esses últimos, onde a cabeça confusa não para de pensar e o coração além de triste está inquieto, então, em dias assim eu chego a acreditar que as pessoas, muitas, não sabem o que fazer com o que sentem e, se assustam quando sabem dos sentimentos dos outros. funciona como que se só o que não presta fosse o mais interessante. acho até que o melhor exemplo disso é a desgraça alheia. como se a desgraça do próximo fosse, de longe, satisfatória. 'antes ele do que eu'. é tão raro encontrar alguém que sorri pela felicidade do outro. como se ser feliz não bastasse, não fosse suficiente, não enchesse os olhos da alma. como se ser feliz por você, por ela ou seja lá por quem, não nos trouxesse satisfação alguma e sim um vazio. um vazio chamado inveja.

eu não sei se alguém entende, acho até que me perdi.
mas é que são tantos sentimentos pulando aqui dentro...


...que eu só queria alguém pra dividir comigo.


...
(e eu que ainda tinha tanta coisa pra te falar, guardo tudo aqui, nesse pedaço chamado saudade. saudade dos sentimentos que não foram, dos dias que não passamos juntos, dos sorrisos que não roubamos um do outro)

- logo vai acabar.
- e o que vamos fazer?

- aproveitar.

3.2.09

.amarelo manga.

meu corpo já não bate mais teu vento. (bic)
poucas palavras resumem tudo. tão tudo, tão nada.
a falta da tua cor, não borra meus dias. deixa cinza, talvez.
o teu perfume às vezes me invade. respiro fundo como que na inútil vontade de te ter dentro de mim, mais uma vez.

bebo mais uma. me perco em pensamentos, no entardecer de cada dia. me misturo nas cores, me perco nas horas.

...
você manchou nós dois e desbotou a cor de um só coração

1.2.09

.a gente se fala.

tchau, dias de janeiro.

guardo tudo o que foi bom, sem marcas de batom ou borrões de lágrimas. apenas novas fotografias não registradas, com cores tão antigas e ares tão risonhos.

meus dois braços foram poucos.
os abraços foram muitos.

o sorriso era um só.



e pela metade.
arranquei a folhinha do calendário, novas cores estão chegando.

30.1.09

.eu perco as chaves de casa.

única. ímpar.

nunca fui boa com números, o que era e sempre foi uma boa desculpa na faculdade, da vida. gaguejei algumas vezes, sorri muitas outras. suspirei como se fosse a última vez. imaginei fotografias. me perdi nas horas. abracei pra nunca mais soltar, soltei. eu já não sei mais como é isso. perdi o manual.

perco os sentidos.
já dizia el principito: ‘o essencial é invisível aos olhos’.
obrigada por cada felicidade dividida com você, nos silêncios dos suspiros e risadinhas.

...

ainda estou em sintonia com as férias. cerveja de segunda a segunda. abraços e carinhos sem ter fim, todos os dias de sorrisos constantes. noites que viram dias e dias que viram noite. tenho dormido mais do que a cama, diz minha mãe. me joguem um balde d’água nesses dias de janeiro que são quentes.

quentes como asfalto.

...





só vim pra dizer que as cores estão mais lindas desde o dia que você apareceu.

26.1.09

.embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


ela dizia: -não, comigo não. não caio mais nessa de ilusão, quero mais é iludir. participar do carnaval dos que não sabem sambar e enxergar que a gente só não é mais boba por falta de espaço. lá vem tudo rosa outra vez.


essa é minha alma, a cor.


(tenho lido clarice, uma re-edição de crônicas, que ganhei de minha mãe. ela, clarice, é tão transparente que por alguns instantes me vejo ali. naquela hora, aquela cor. ah, com minha mãe não é muito diferente. mas nesses últimos dias, além de meio clarice, meio minha mãe, tenho me sentido como em um dia de bridget jones. apaixonada, confusa, fora dos padrões e muito bem acompanhada ou descabelada, frenética, impulsiva e afundada em pensamentos em um dia de espera agoniada, mas ‘sendo forte’ escondida atrás de guloseimas, música deprê e filmes com finais felizes. claro, sem perder as cores de ameliè).


então, como eu vinha dizendo...


aguardo resposta.




a espera quase já não cabe em mim.

cansei de estar viva.

23.1.09

.chega de saudade.




acho que ainda estou em clima de praia, com essa minha ‘vidinha’ de indas e vindas. vidinha é carinhosamente falando, pois por aqui vai tudo muito bem, obrigada. sabe como é, né? uma baguncinha aqui, outra ali. li, da menina da capital, (a mais sensacional dos últimos tempos, diga-se de passagem), que as cores de janeiro são as mais bonitas. só tenho felizes coincidências com essa menina bonita. as cores, sempre as cores. ela tem um sorriso lindo, meio assim, juntando os olhos. eles que sempre estão muito bem maquiados por cores únicas, tão tuas. cores de amelie, frida kahlo, almodóvar. cores dos sentidos, sensações e amizade. algumas descobrimos juntas. outras, apenas felizes coincidências, outra vez. hoje falamos de saudade, né? eu meio frenética aqui do outro lado, criando crises retardadas que enchiam o sorriso de lágrima. acho que esse é o sorriso mais feliz de todos, quando transborda a felicidade pelos olhos tão iluminados.



querendo dividir os dias de janeiro.
-
estou de volta, mas sem muita euforia como das outras vezes.
apenas uma felicidade egoísta. uma inquietação no coração e na alma.
um par.

sufocando a saudade.
abraçando pra nunca mais soltar.
perdendo os sentidos.
querendo mais.

continuo assim, mas agora com o teu perfume pelo corpo.

-

felicidade passou por aqui e se instalou.
hospedagem gratuita e, sorrisos, não são meras cortesias da casa.

é muito mais.


é esclarecer pra confundir.

17.1.09

tchau, são paulo~

valeu por me lembrar que ai era o lugar que não queria estar.




não mais.

7.1.09

são tantos sentimentos, deve ter algum que sirva..

3.1.09

.dias de janeiro.

ansiosa como uma criança em frente à árvore de natal na véspera. feliz como um sorriso inocente. sozinha como um abraço vazio. nostálgica como um álbum de fotos velhas.


esses dias, os de janeiro, me deixam assim. não sei explicar, apenas sinto, analiso, planejo e vou a luta. tanta coisa pela frente. tantos caminhos com estradas diferentes e a única certeza de não saber o que vem pela frente. tanta saudade do que passou, ficou e do que ainda está por vir.

novas cores em meu jardim, novos ares atravessam a janela sem cortina, novos sorrisos contemplam os longos dias que demoram a passar... voltei a folhear o velho calendário, a me interessar pelas horas e a contar os minutos. não tenho ficado em casa na ilusão de não sentir o dia passar. na ilusão de não sentir saudades, de não lembrar da distância e de não sentir tua ausência como minha melhor companhia.

dias de janeiro não é apenas uma de minhas músicas preferidas. dias de janeiro se resumem a esse turbilhão de sentimentos explodindo aqui dentro. é essência, coisa de pele. é troca de olhares e sorrisos.

sentimentos sinceros e abraço apertado.
sensibilidade.


felicidade sem ter fim.

24.12.08

.meu sorriso eu não seguro.


ela pararia o tempo ali, naquela tarde de sol ardido que se exibia entre as cortinas, no vidro da janela. segundo andar. o quarto mais espaçoso. o barulho do ar-condicionado tentava abafar o barulho do gozo, dos segredinhos ao pé do ouvido ou de qualquer coisa que denunciasse todo o prazer espalhado pelo quarto. espalharam-se também as roupas, as mãos e os sentidos.

na cama: o desarrumar da bagunça feita.
na tv: um filme velho qualquer.
no silêncio: pele e arrepios.
no corpo: um coração acelerado.
no calendário: dias que não precisariam ter fim.


tchau dezembro.
vai e traga logo o ano novo, os dias de janeiro, o cheiro de verão, o sabor das férias e toda a saudade, que já cresce aqui dentro, e, que vai se arrastar durante esses dias de sol quente e coração ansioso.



[club 8: love in december]

21.12.08

.coração, sujeito oculto.

último final de semana aqui. aqui onde a temperatura tem cor vermelha e dias coloridos. aqui onde lá eu sinto saudades. aqui onde eu exatamente queria estar.
eu já havia deixado de lado, mas é aqui que as coisas acontecem. sempre inesperadas e únicas. semelhante a algumas pessoas. voltei com outros olhos e a cidade parece outra, mesmo na mesmice. novas pessoas. outros lugares. vários sabores. cores!

e muitos prazeres.

tudo aconteceu tão rápido, assim, como um suspiro. um abraço. não me dei conta da velocidade dos dias, das coisas, pessoas... eu nem queria saber das horas.. fiquei ansiosa; chorei de saudade; gargalhei de nervoso, corri pro abraço; fui amiga do tempo; me apaixonei, briguei, fiz as pazes, solucei de felicidade; viajei em pensamentos; te prendi em minhas pernas; me afoguei em chocolates; retribuí um bom dia; aprendi novas receitas; fiz novos negócios; reclamei menos; bebi mais; pedi desculpas, gaguejei.


amei.

dezembro com cara e gosto de novembro.
doce novembro.

17.12.08

.porta de cinema.

o mais engraçado de tudo (e talvez o ponto mais forte) desse filme todo é saber que depois de todas as indas e vindas, não existe mais nenhuma outra reprise. todas se foram, pra sempre. até mesmo a sessão da tarde. hoje respiro aliviada em saber que pra mim já foi. dei um tempo nos filmes antigos, pois já conheço perfeitamente cada cena, cada fala.
o cheiro de pipoca doce me lembra infância, apenas.

o que houve com todo aquele encanto que durante muito tempo carreguei comigo como uma jóia valiosa? uma resposta tão escrachada na minha cara. você jogou fora. como restos de migalhas. assim como fez com todas as chances que em minha inocente consciência, criei para nós dois. você nunca levou a sério. nunca acreditou em minhas frases decoradas, nos sorrisos sinceros.... nas minhas brincadeiras de te dizer a verdade... nas vezes que fui eu mesma com você.

então, depois de tudo isso. depois de vários meses de silencio nesta sala grande e vazia. de várias palavras cortantes como gilete afiada, onde nós dois saímos machucados, você aparece. assim, como que exigindo o seu lugar no sofá, como se nada tivesse acontecido.

como sempre.
como sempre foi.


mas dessa vez não mais será.
o filme é outro.
a mocinha saiu de férias e você saiu de cena.
o par romântico tem outra história, outra música.

aqui a tua bilheteria não faz mais sucesso.

14.12.08

.menino bonito.

como já disse Clarice, algo como: `as palavras vem de lugares desconhecidos de mim...`. acho que dá pra entender um pouco do que se passa por aqui, ao mesmo tempo em que não tenho tempo. a bagunça já está feita e tenho me perdido facilmente entre confetes e serpentinas, abraços e sorrisos e na calmaria do amanhecer do sol. é. você realmente mexe comigo em qualquer hora do dia, principalmente nos dias sem noites dormidas. parece que aprendi a escrever quando estou feliz, mesmo carregando em minha cara um sorriso bem grande que revela alguns segredos.


os melhores talvez.

escondo os calendários pra não saber que dia é. conto segundos. perco a hora. sorrio para o celular e fico ansiosa quando estou longe. ouço a mesma música e leio a mesma mensagem mais de mil vezes. guardo as melhores partes pra mim, os melhores olhares e cada gesto em sua perfeita harmonia.

sou eu mesma. sem frases feitas ou photoshop. os melhores momentos máquina fotográfica jamais conseguiria registrar.

já ouviu falar nos olhos do coração?

o flash deve ser esse brilho todo...

12.12.08

.cabeça pra cima ou de cabeça pra baixo?.

quatro e vinte da tarde, uma sexta-feira de um doce dezembro. o sol ardido era embalado pela orquestra imperial. escolha dele. às vezes quietos, como se já soubéssemos o que todo aquele silêncio queria dizer. às vezes falantes, dividindo segredos e gargalhadas num mundo particular recém descoberto. é a velha história das borboletas, dos olhos que brilham, da pele que está bonita, dos pés nas nuvens...


...do sorriso bobo.
a felicidade nas pequenas coisas é a melhor parte de se estar viva. pisar na grama em um dia de sol. andar por outras ruas com novas pessoas. cheiro de chuva e café com leite. retribuir sorrisos e abraços. sentir saudades e fazer o que se tem vontade...

cerveja gelada, uma música que nos faz feliz e alguém pra jogar conversa fora.

tenho que fazer uma lista.

era só pra dizer que a felicidade continua por aqui, sem previsões de chuvas ou trovoadas.

10.12.08

diz:
sou afim de te ver!




;)

9.12.08

.e agora o amanhã, cadê?.

mal se passaram vinte e quatro horas e a vontade que eu sinto de você é tão intensa, que foge de meu alcance tentar segura-la. como se o esforço de minhas mãos fosse em vão e o meu desejo fosse mais forte do que qualquer bebida alcoólica que me acompanhou durante toda a noite, na tua ausência. me explica o que é tudo isso. me explica o teu perfume, o gosto da tua boca e o claro desses olhos que eu me perdi.



não quero saber do amanhã.
meu sorriso de felicidade é hoje.

8.12.08

.podia ter sido um domingo qualquer.

..não foi.


segunda-feira com cheiro e gosto de felicidade clandestina. a cor do dia estava propícia, assim com cada detalhe na mais perfeita ordem, para uma segunda-feira com cara de sábado. a bagunça sempre é bem vinda acompanhada de um sorriso escondido, de um olhar disfarçado.



cores que eu não sei o nome.

7.12.08

próximo!

29.11.08

.carvão e essência.

-
Por que não vem me ver?
Eu quero te escutar.
Preciso de alguém pra mim...
Por que não vem me ver?
Eu quero te abraçar.
Preciso de você pra mim.
-
uma casinha simples, daquelas de fotografias antigas. o vermelho da terra se misturava ao verde das plantas que se perdiam ao mesmo tempo na cor sépia do dia. era um domingo. especial, como tem sido todos os domingos. tomei um sorvete enquanto te esperava. atrasada como sempre, um desses defeitos que ficam lindos em você. caminhamos em direção as palavras soltas, aos segredos, risadas e estrofes desafinadas de músicas nossas. entre um cigarro e outro, passos curtos e longas conversas. sorrisos e olhares curiosos, como na maioria das vezes que estamos juntas. não sei se são as cores ou se são os sorrisos, mas a bagunça de tudo se faz perfeito na desarmonia.

tua ausência se faz presente em ocasiões especiais, pois afinal, com você tudo era assim, especial. sinto saudades da gargalhada frenética e o sotaque estridente e único. saudade do abraço apertado, das juras sobre amizade, dos segredos, das ruas... das cores.

falta um pedaço toda vez que o pôr-do-sol aparece `...tingindo, tingindo...`

não estou triste.


é só saudade.

26.11.08

.alvorada.

*parque alvorada por julio rossi

eu não saberia dizer o porquê nem quando esse lugar se tornou tão especial. um lugar simples, com cores quase desbotadas iguais às fotografias antigas. ali me senti meio criança outra vez, sem medo de parecer boba. com o tempo, foi se tornando um refúgio, onde eu esquecia o cinza da cidade que insistia em ser rotineiro. era ali que eu me desligava e carregavas novas energias. quase um papo de hippie, (sorte a minha que estou consciente). perdi as contas de quantas vezes caminhei naquela direção, de quantas ruas atravessei até chegar lá. algumas companhias especiais. poucas por que são raras. vários momentos meus.

pra mim, o melhor cartão postal. o sincero gostinho de felicidade inocente. a melhor memória que fotografia nenhuma conseguiria registrar.



a saudade boa de sentir.
o sorriso que vale lembrar.
*das pessoas que são raras.

18.11.08

.miopia dos sentimentos.

longe, onde os olhos não alcançam e o coração não sente. onde o abraço é vazio, os dias são sem cores e o corpo não arrepia. ele custa a enxergar nitidamente o que nos parece tão visível a olhos nus.
esfrega os olhos na frustrada tentativa de estar enganado.


é em vão.

todos já viram o que elo não queria ver.


e só você não viu.

17.11.08


8.11.08

nada faz sentido.





se eu não perco os sentidos.

7.11.08

.pra viver em paz.


sempre com a mesma cara. ora pálido como um papel velho, ora vermelho como uma maçã vistosa. as roupas sempre com as mesmas cores, os mesmos tons. ás vezes propositalmente, às vezes felizes coincidências do destino. os lugares, apenas os de sempre é que faziam a diferença nas noites de cerveja gelada. não existia em lugar algum uma razão pra ser diferente, mas também, ele nem conhecia tantos lugares assim. era tímido, inteligente, mas de poucos amigos. gostava muito de música, arte, café e solidão. não namorava, pois acreditava ter desaprendido essa lição durante a cicatrização de um coração ferido. a fuga era constante em suas tentativas de um suposto relacionamento. era como se não valesse a pena, não tivesse graça. eram vazios porque não eram com ela. ela que roubou suas noites de sono, seus sorrisos e segredos. ela que era o primeiro pensamento do dia, o último da noite. e há algum tempo, sem saber muito que rumo tomar, resolveu se isolar. nunca ia pra muito longe, sempre estava por perto. isolava-se em algum pôr-do-sol, algum parque, livrarias.. era sozinho que ele se encontrava ao procurar por algo que nem ele sabia ao certo o que era, ou quem era. era um sonhador nato, daqueles que flutuam leve como o vento. muitas vezes se escondia por meses e depois re-aparecia como que disposto a viver o que quer que fosse. era livre. pensava que um dia, quando não houvesse mais sonhos, (mesmo isso sendo impossível), o próprio destino se encarregaria da tarefa da vida real.

ele não tinha ambições, não guardava dinheiro e nem fazia planos.
apenas sonhava e vivia do seu jeito.

às vezes até dizia estar cansado de viver.

mas hoje.
hoje foi diferente. Jogou fora a mesmice rotineira. deixou pra trás a rotina, os horários, as anotações e alguns sonhos. hoje ele decidiu não se decidir por nada, apenas sentir.


foi dormir leve e feliz.
e de tão feliz parecia que seu coração, de tão acelerado, fosse sair pela boca.



não acordou.

3.11.08

.chuva na vidraça.


a cidade cinza me recebeu de cobertores apostos e casacos com cheiro de saudade. domingo foi dia de pastel, guarda-chuva largo da ordem, poças d'água e preguiça. tudo com gostinho de passado recente. aqui nesse cantinho sempre chove, mas quando faz sol, a primavera sorri lá de fora, mostrando as cores que se misturam entre si.



novembro começou doce.
açucarado, colorido e com vontade de mais um pouco cada vez que o dia termina.

doce novembro.


me pergunto se os meses passaram rápido demais ou se é meu coração que anda acelerado..

Procuro explicar o meu sentimento
E só consigo encontrar
Palavras que não existem no dicionário
Você podia entender meu vocabulário
Decifrar meus sinais, seria bom


a bagunça está feita e eu prefiro sonhar, porque hoje viver me dá preguiça.

29.10.08

.simulacro.

ficadica.

27.10.08

não quero mais estar aqui.

20.10.08

.vazio e momento.

eu precisava sentir isso.

ver o quanto certas coisas e pessoas são em vão, massageiam o ego por diversão; por não saberem sentir o que nos fazem acreditar com palavras enfeitadas, porém, vazias.
sorrisos ao vento, amarelos como o sol....

10.10.08

.deixa o menino brincar.

ele olhava ao redor e pensava: as mesmas coisas. e concluía: mas tudo novo, de novo.
as pessoas mais próximas são as que estão mais longe do que qualquer distância de horas, dias... velhas pessoas, novas descobertas, despedidas, comemorações, nostalgia, ansiedade..
ele evita pensar no que passou. a cabeça mal tem espaço para tantas outras coisas, isso sem falar nas coisas que esquece sem querer... querendo.


'...um coração apaixonado... e não sabe quem eu sou...'


sereno é a palavra certa, assim como os dias de ansiedade, de mensagens confidentes no celular quando a saudade se faz presente, de convites inesperados, de encontro às escondidas, de confições no banheiro, de gargalhadas pela madrugada vazia.

talvez invisível.
talvez sensível e impaciente demais com os donos de suas razões insertas e dúvidas constantes.
arrancou do calendário a mesmice rotineira que já não tem lugar no corre-corre de todo dia.



tudo muda, todo dia.

8.10.08

.foi uma nuvem que passou.

anoitece em certas regiões
a saudade chega pra me lembrar que mesmo longe, não estou sozinha. os sorrisos não me deixam esquecer que cada suspiro tem seu nome gravado em tons de azul púrpura, que se perdem com o vermelho do coração que insiste em bater involuntariamente quando o assunto é você.
nós dois.
teu espaço, vazio, na cama, reclama quando a noite chega.
~

7.10.08

.tanto faz.

tanto faz, se a lágrima é de alegria ou de tristeza.
tanto faz, se o rosado das bochechas é de tímidez ou de raiva.

tanto faz.

tanto faz como tanto fez.

e fez.

e faz falta.

mas tanto faz.

16.9.08

.o grande prazer das 'pequenas coisas'.

estar feliz me rouba toda e qualquer palavra. os óculos escuros e grandes, esocndem os olhos semi-caídos e completamente brilhantes. a roda gigante tem completado os cursos de suas voltas na velocidade que me permite chegar na hora de cada cena, sem perder nenhum pedacinho ou me deixar de fora, escondida atrás do vidro vendo tudo acontecer.
são exatamente 9:35 de segunda-feira; dia de folga para os adeptos! ontem, domingo! ou melhor, Domingaz!! depois da madrugada regada a insônia, uma deliciosa manhã de domingo estava começando às 6:25 da matina. ligo a tv. aquela música, aquela banda. bom dia pra vocês também! primeiro dia na feirinha!!! meu sorriso fala por mim...

domingaz, sol, árvores, passarinhos, pessoas normais, pessoas especiais, chás.... [hahaha]
foi dia de sentir saudades também! dia de abraço apertado, beijo roubado, cosquinhas, sushis, risadas e muito sol.

sonho não se dá, é botão de flor.

sdorei sexta! amo você.
oi! adorei sábado. X)
e pra você aí... adorei domingo! me odeia, mas me ama que eu sei!!


só levo a saudade...


bem.
bem feliz.

13.8.08

segredos ocultos guardados no tempo, esquecidos ao vento...




perdidos na saudade.

5.7.08

.sabor felicidade.


pensamentos em meu coração, sentimentos em minha mente. essa confusão é apenas a alma do negócio, fachada, interpretação.
idéias, planos e vontades para um futuro distante. distante entre o hoje e o amanhã. futuro. as mãos transpiram com medo de não conseguir tocar. o medo é só mais um dos defeitos. tenho medo que os planos não possam ser, em seu devido tempo, alcançados. mas não desisto. toco pra frente e vou andando sem rumo, me contradizendo ou contradizendo o que pensei, fui, serei.



enfim.


felicidade bateu à minha porta, e eu, abri.




estou bem.



bem feliz.




feliz e completa.

24.6.08

.que vontade de chorar.

esse clima de partida me incomoda, me faz triste mesmo sabendo que serão só alguns dias. alguns longos, cinzentos e gelados (dias) que se arrastarão.


que me deixarão impaciente, aflita e só.

21.6.08

.leve fuga.

as palavras não saem. nem em pensamentos. como esses que chegam antes de dormir. nem emboladas umas nas outras. como fios de lã. nem escondidas entre as roupas de frio. como dinheiro esquecido no bolso do casaco no inverno passado. nem perdidas em um traço de desenho qualquer. daqueles que dizem tudo. nem enfiando o dedo na garganta. como as vontades que eu sinto às vezes. talvez uma ou outra, das coisas que queria e poderia dizer, surgem quando me pego cantarolando, mas daí é aquele lance: ‘porque não fui eu que escrevi essa frase?’
as palavras se esconderam com o frio. timidamente se espalharam dentro de mim com o vento gelado da madrugada fria. encolheram-se em algum canto meu, esperando o sol do dia seguinte que demora em vir dizer bom dia.
ou simplesmente, perdi as palavras.

7.6.08

.220v.

das vinte e quatro horas do meu dia, quatorze delas estão muito bem ocupadas com os resultados das conquistas que me encorajo a encarar quando coloco na cabeça que é isso ou aquilo que quero pra mim. as outras dez entre um sonho acordado e outro, eu arrumo as crianças pra escola, cuido da casa, vou ao banco, ajudo na lição, seleciono a trilha sonora do dia, vou a loja de tecidos, separo roupas coloridas de roupas brancas, vou ao mercado, fumo um cigarro, decido sobre o almoço, tenho ‘xiliques’, compro pão, cumprimento o porteiro, penduro roupas, abro todas as janelas, (uff)! e, entre essas e muitas outras coisas eu também tenho tempo pra dormir, e durmo. pra quem sabe assim, sonhar de verdade e me desligar por completo por algumas horas apenas..

é em vão.

ainda não encontrei onde desliga, onde corto os fios ou como faz pra acabar a bateria.

3.6.08

.canção que 'não' morre no ar.

ironia do destino aquela música tocar exatamente quando todos pararam de falar. quando todos naquele bar resolveram dar uma trégua naquela falação toda e ocupar suas bocas com outras bocas. quando toda a cidade, sem que ninguém percebesse, ficou estática e silenciosa dando permissão ao refrão, com todas aquelas palavras doces, que um dia já me trouxe boas lembranças e até mesmo aquela saudade perturbadora, do que não foi vivido, quis ocupar espaço naquela estúpida cadeira vazia.

um sorriso perdido no meio da multidão, disse: linda essa música, né?

acendi mais um cigarro e delicadamente respondi: antigamente ela não me dava enjôo.

2.6.08

se é pra eu te ver, então deixa eu dormir.

29.5.08

.um dia só é muito pouco.

os dias estão passando em alta velocidade, que só me dou conta que eles estão chegando ao fim, quando sinto o vento forte invadindo o silêncio do apartamento. tenho corrido a favor do tempo, esperado a minha vez de entrar em cena e me dedicando conforme a música pede, para que cada detalhe saia na mais perfeita ordem.

cada cor, tamanho, textura, sorrisos, palavras, essência...
orgulho.

cada dia é um a menos.
cada dia é um detalhe a mais, um arrepio a mais, um frio na barriga a mais.
cada hora que passa tenho mais certeza das escolhas que fiz.
falta menos de uma semana e a adrenalina é pura e sincera.

pura e sincera como uma criança de quatro anos.

25.5.08

.das conversas de boteco.

não faz muito sentido escrever aqui hoje o que se passou pela minha cabeça no decorrer desses últimos dias.

minha cara de boba já diz tudo, meus olhares dizem muito mais e, depois de todas aquelas cervejas eu acabei dizendo (por assim dizer) o que, talvez, jamais diria se estivesse sóbria.





vê mais uma original pra saidêra.

19.5.08

.um final de semana depois.

peraí que agora se deu a bagunça no meu pote de lápis coloridos.

16.5.08

.ao des-amor.


'sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você. eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e des-amar era não mais conseguir ver, entende?'
(caio fernando abreu)

3.5.08

.unidunitê.

seria errado e até grosseiro de minha parte dizer que foi em vão. acho que toda experiência é válida, pois toda lição, independente do lado que ela pese na balança, tem lá sua moral no final. e foi. e eu sou assim. e certamente serei e será assim até tudo voltar a sua ordem, ou, até vir a ser bagunçado como eu gosto.
eu me permito até onde me parece conveniente, suficiente...

aqui é assim que a banda toca. a palavra final pode até não ser a minha, mas o prazer é todo meu. e até ele chegar eu já estarei satisfeita só de saber que eu estou no meio disso tudo, causando todo esse desconforto prazeroso de não saber o que nos espera na porta seguinte.

essa é a lição de casa, colocar em prática o que se aprende no caminho; ser exigente, egoísta e me permitir ao prazer que você não foi capaz de me causar.



oras!
uma hora a gente acerta na porta dos desesperados, não é mesmo?

30.4.08

.das pequenas grandes coisas.

a vida anda tão gostosinha que até me faz lembrar uma música, ou melhor;


‘...e até quem me vê
lendo jornal
na fila do pão...’


é, vidinha com sabor-cheiro-e-fumacinha de pão quentinho em dia frio de céu cinzento.
to-liii-nhos!

adoro!

principalmente quando a manteiga derrete.



uuiiii-i!

24.4.08

.aos poucos.

alguns messes se passaram. os ipês amarelos sorriam no decorrer das caminhadas, onde hoje só encontro o tapete de folhas secas que não me fazem esquecer que os meses passaram muito mais rápido do que minha imaginação fértil conseguia captar ou que, meus passos rápidos em dia de chuva pudessem acompanhar.



ainda assim guardo teu sorriso como o meu melhor segredo.

29.3.08

.cidade.estado.país.



estou indo caminhar por outras ruas, sentar em outros bancos, de outras praças. ver outras pessoas, de outras culturas, de outras vontades, com outras manias.

dessa vez sem telefonema, sem encontro marcado, sem você.
e a chance de um encontro é zero.

não quero e nem espero.


porque hoje eu simplesmente vou por outras ruas.


e nenhuma é a sua.

24.3.08

.eu, comigo.

o relacionamento vai bem. o sorriso vai bem. o carinho vai bem. o rosado da bochecha vai bem. a falta também vai bem, mas essa vai pra longe, pra bem longe, onde eu já nem a sinto mais. assim como o gosto, o teu. ando contando os dias, que inexplicavelmente tem passado rapidinhos pelo calendário que ganhei faz pouco. ando festejando as pequenas coisas, minhas coisas.


só minhas.

só.

assim.

17.3.08

.aguardente com limão.


'...a ereção não tem hora pra chegar
com ou sem emoção em festa ou particular
a inspiração que chega desavisada
cada passo é uma cilada que te diz a direção
ou não!...'

:x

13.3.08

.as águas de março fechando o verão.

não sei se é a chuva na vidraça, não sei se é o cinza que insiste em carregar o dia, ou se é aquele vácuo que a saudade tem deixado escapar por aqui, mas alguma coisa teima em me trazer lembranças que eu já não quero e finjo tentar esquecer, pra quem sabe assim, esquecer. não busco as lembranças, não vejo fotos, não sinto o cheiro e não procuro nada que me faça lembrar o que passou ou que me faça sentir falta do que ainda não aconteceu, tudo simplesmente surge em mim sem que eu precise me mover pra longe... é a velha história dos filminhos antes de dormir... tudo em vão.
eram tantos sentimentos bons, tanta euforia, tanta sinceridade, tanta vontade, tanto carinho...
tanto...

um final com tanto nada.
tanto vazio.

tanto ninguém.

11.3.08

.maçãs do topo.

“Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados… (…) Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore.”
(Machado de Assis)

9.3.08

feliz aniversário, carol.

2.3.08

.sábado à noite.

acho graça nos dias que antecedem meu aniversário. é aquele turbilhão de sentimentos percorrendo cada pedacinho meu, manifestando-se ora como cócegas, ora como calafrios. não pelo aniversário em si, mas por tudo o que significa essa etapa-fase-sei-lá-como-definir, o ano que vai e o outro que chega. as conquistas que são planejadas; certas atitudes que mudam; as pessoas que surgem; as especiais que permanecem; as histórias que marcam; os cheiros que remetem a lembranças do que já foi; a vontade do novo que ainda vai acontecer.

a descoberta!!!!!

viva!!

noite de sábado como a muito não acontecia. madrugada musicalmente alcoólica de gargalhadas, histórias e nostalgia em tons coloridos.

27.2.08

anybody seen my baby?

23.2.08

‘...as palavras vêm de lugares tão distantes dentro de mim que parecem ter sido pensadas por desconhecidos, e não por mim mesma...’
Clarice Lispector


...
então, se você não entende e nem sente o que eu sinto, o x vermelho, no canto superior direito da sua tela, faz muito mais sentido pra você.

19.2.08

.sobre o meu vício de você.

uma relação que não é de hoje, que não é saudável e que fica nesse vai e vêm mudando constantemente os meus sentidos. já fomos felizes, já brigamos e também já ficamos assim, ‘estáticos’, sem reação, sem emoção. insisto em te procurar achando que você é capaz de sumir com meus problemas mais confusos e é tudo em vão. é uma camuflagem vazia de tudo, onde, sozinha, gozo da felicidade artificial que você me proporciona toda vez que estamos juntos. sinto saudades, não nego. afinal a nossa história, como eu já disse, não é de hoje e tão pouco termina aqui. mas eu sei que aos poucos, como foto velha, você vai perdendo a cor...
até sumir...


de mim.

18.2.08

.cupido.

Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu

16.2.08

observei o céu cinzento e caminhei lentamente sentindo a chuva invadir cada pedacinho de pele arrepiada pelo vento gelado ao mesmo tempo em que um arco-íris, a algumas quadras dali, tentava, tímido e delicadamente, abraçar a cidade.
fez a diferença no meu dia.

11.2.08

.assim que quer, assim será.

fechou a porta pouco se importando com o que ainda restava dentro daquele pedaço vermelho e pulsante. fechou a porta como quem fecha a casa velha e vazia.. sem despedida.. sem saudade. fechou a porta e assim foi. sem nenhum abraço antes do adeus. sem nenhum último olhar que o fizesse captar qualquer frase perdida entre as milhares de frases que brotavam daquela cabeça confusa de sentimentos, e que, boca e mãos não conseguiam transmitir. sem nenhuma palavra de carinho... sem nenhum sorriso... fechou a porta pouco se importando e nem fazendo questão de se importar... sendo egoísta como talvez ela deveria ser pra ser alguém mais feliz, [talvez?].

em segredo, com aquela voz tímida, ela me confessa um último pedido; que jogues a chave fora, [afinal se desfazer de algo não parece tão difícil pra você...], que ela certamente fará o mesmo com todas as cartas de sentimentos declarados que você nunca chegou a ler, com todas as frases e entrelinhas que diziam explicitamente o que hoje você não quer mais ouvir. todos os sorrisos, todas as cores, todos os cheiros, planos e vontades... tudo o que a fazem lembrar você... um par. lembranças que já não são de muita serventia nos dias de chuva.. nos dias de sol.


e jogue a primeira pedra quem nunca costurou o coração com um retalho de tecido qualquer..

fechou a porta..


trancando cores e sorrisos.

24.1.08

.dispenso a previsão/aceito a condição.

preenchi alguns vazios com doses de antigos vícios. pedaços de saudades colei com esparadrapo e em cada esparadrapo todas as frases que me lembram sorrisos...
faltam algumas cores, mas as poucas e fiéis que ainda fazem parte dos dias (que se arrastam no calendário empoeirado), me acompanham como se isso amenizasse o que acontece aqui dentro. inusitadamente algumas músicas tocam ao fundo mexendo com todos os sentidos que ainda me restam, quando nem o barulho das ondas nas pedras consegue mais roubar a minha atenção.

dias de sol e noites de insônia.
às vezes não quero ir embora.
parece que aqui deste lado é mais fácil e menos doloroso pra mim.

mais uma onda vem.
mais um dia que termina.
mais um pouco de saudade aqui dentro.

quando cicatrizar, o sorriso vai falar por mim.

(ele não falha... se engana, talvez.)

13.12.07

até 2008.


:*

12.12.07

muito obrigada, mesmo.

25.11.07

não é necessário muito pra manchar um, de um par.


(só por hoje queria ser mais pé no chão.)


os planos voltam para as folhas rabiscadas e lá permanecem.
fecha caderno, fecha gaveta.
(respira)

23.11.07

.swiiiiinga!.


eu já havia desistido de ir ao show, meu ânimo para diversão tinha ido embora com o vento e se espalhado por aí. mas, nada como um bom chacoalhão, do homem mais importante da minha vida, pra me despertar. do outro lado da linha ele aflito e todo fofo me dando conselhos com aquele sotaque e voz de pai sério, mas que ao mesmo tempo se derretia a cada soluçada que eu dava.
(...)
'...saia pra sorrir e deixe essa 'dor de cabeça' pra quem gosta de dor de cabeça...'

e assim foi.

'só vamos embora quando tudo terminar'



dores nas pernas e zumbido no ouvido.

19.11.07

.por um segundo mais feliz.


cada felicidade tem o seu momento de cantarolar pelos cantos, de fazer planos, de roubar sorrisos, de ter o privilégio de ser o primeiro pensamento do dia e o ultimo da noite. é a felicidade que tem lugar em todas as conversas, em cada comentário, nos pequenos detalhes da imaginação inquieta e em cada suspiro que escapa durante o dia. é a felicidade que embeleza a alma destacando os olhos que brilham e as bochechas, que de tantos sorrisos, ficam rosadas. é a felicidade que não se compra, não se rouba e não se acha em qualquer lugar. é a felicidade que se conquista, que se deixa conquistar. é a felicidade estampada com letras garrafais que contagia desde o porteiro do prédio até o gerente do banco.

foi assim quando tirei 10 no tcc; quando me formei; quando namorei pela primeira vez; quando tirei as rodinhas da bicicleta; quando perdi o primeiro dente de leite; quando fiz as pazes com uma amiga; quando fui tia (5 vezes); quando me apaixonei pela primeira vez; quando fui ao show da banda preferida com minha melhor amiga; quando viajei com a outra melhor amiga; quando dirigi o carro do meu pai pela primeira vez; quando resolvi ser alguém melhor; quando aprendi a pedir desculpas; quando consegui meu primeiro estágio; quando ganhei uma festa surpresa; quando eu mato a saudade; quando o vocalista da minha banda preferida me chamou pra conversar; quando fiz a viagem dos sonhos;... ... ... ... ... ...

são inúmeras as felicidades que vieram, ficaram, passaram e ainda estão por vir. de todos os tamanhos, cores e formas. todas capazes da mesma sensação que eu nem sei explicar, mas contagia só de olhar. não sei quanto tempo dura, só sei que faz bem todo o tempo que estiver comigo e que, cada pedaço dela vale muito a pena porque é sincera. é nela que está o melhor sorriso, melhores frases, melhores olhares, melhores trocas de carinho, os melhores momentos que serão guardados pra sempre. é o meu melhor para a melhor sensação que droga nenhuma é capaz de causar e dinheiro nenhum é capaz de comprar.

é a felicidade das pequenas coisas que fazem a grande diferença em um dia que tinha tudo pra rotineiro.

17.11.07

a vida é muito rápida, faz a gente ir do céu ao inferno em questão de segundos...

12.11.07

.suposta declaração (de amor) aos pedaços.



'...uma felicidade inquieta que festeja aqui dentro com balões coloridos, confetes e serpentinas; que faz cócegas só de olhar e imaginar tudo o que ainda está por vir. invade cada pedaço meu sem pedir licença, sem bater na porta, sem ser anunciado. me rouba o sono, me faz perder o ar e muitas das palavras que ainda tenho pra falar, só o silêncio do momento certo vai falar por mim. quero ouvir os sinos, as batidas do coração acelerado. quero o suor frio nas mãos, as pernas bambas... o arrepio que dança por todo o corpo. quero que você saiba da intenção dos meus sorrisos, quero que se perca em meu olhar.. que não peça nunca pra te soltar.

quero uma canção que te traga pra perto...'
(bochecha rosada)

10.11.07

.sobre perdas, mas só algumas.

algumas coisas perderam a graça, perderam seu charme e seu encanto. algumas pessoas perderam o posto de primeiro lugar, perderam os sorrisos que já não são mais capazes de causar. alguns lápis perderam a ponta, perderam a cor. algumas jóias perderam o brilho, perderam o valor. alguns pensamentos perderam o rumo, perderam os sentidos.

eu perdi o nexo.
estou perdendo o amor próprio.
não sei mais o que perdi, mas preciso me segurar com os dois pés no chão.


queria acreditar que a culpa não é minha, mas finais de semana são depressivos, melancólicos.
sai daqui e feche a porta.

9.11.07

~
hoje estou egoísta e vou guardar tudo só pra mim.

já que o 'mim' ainda não é 'nós'.
~

5.11.07

hoje, 15:19

3.11.07

.vazio.

queria fazer esse silêncio berrar nos mais escuros becos. esse silêncio que me prende longe dos seus braços e me cega dos olhares que não posso ver. o silêncio que me afasta de onde eu queria estar. que distancia minhas mãos das suas. o silêncio que é gritante, que maltrata e apaga os sorrisos mais sinceros. o silêncio vazio, sem abraço, sem olhares, sem o toque. o silêncio que sufoca. o silêncio das frases que magoam. o silêncio das lágrimas em um canto qualquer do quarto escuro. o silêncio do coração acelerado e da sensação de ser inútil. o silêncio sem cor, sem nome ou sobrenome.



o silêncio que eu nunca mais quero pra mim.

31.10.07

.queria saber.

quando é hora de parar; o que acontece quando os sentidos se perdem no primeiro sorriso do dia; controlar o que perdeu o controle; que não existe resposta pra tudo e que nem tudo merece uma resposta. queria saber não precisar saber de certas coisas que apagam o sorriso e tornam um dia ensolarado no mais cinzento dos dias.

eu nem queria saber de tanta coisa assim.

só queria saber da parte que me agrada. e ela vai desde a forma como você fala comigo até o modo como você me faz sorrir. desde as nossas vontades em comum até chegar aos segredos que você nunca ousaria contar. queria saber sobre a sua boca também. e se não fosse pedir muito, saber sobre seus olhos. os dois.

mas hoje, o que eu queria mesmo, [além de um chocolate bem suculento e calórico], era saber o que a chuva quis me dizer no começo da tarde, quando resolveu molhar meu braço e espelhar um longo arrepio pelo corpo.

25.10.07

.

quando alguém se deixa cativar corre o risco de chorar um pouco.

22.10.07

.cores nos meu dias.

céu laranja com fundo cor-de-rosa. flores amarelas na grama verde do vizinho. balas coloridas no potinho transparente da cozinha...

cores.
cores perfumadas.
cores com sabores.
cores que dizem tudo.
cores que não dizem nada.

escolha a cor que te convém, meu bem.
e me diz, em segredo, qual será a cor do momento, quando o (nosso) momento chegar.

19.10.07

.vermelho.

tentar me desligar. cortar o fio do 220v e substituir por um sem muita potência, mas fácil de queimar em dias de chuva na vidraça e céu metalizado.



tentar.

18.10.07

.te roubar pra minha história.

ao abrir a porta, um cheiro de nostalgia com perfume doce me fez sorrir. as paredes azuis continuam azuis. um azul meio apagado, mas ainda assim, azul. as fotos já não estão onde há muito tempo estiveram, tudo está vazio. no guarda-roupa algumas poucas mudas de roupas, algumas lembranças e muitas caixas de tamanhos e cores diferentes.

tentei resistir.

no chão gelado me senti como a muito não me sentia, escolhi a caixa mais colorida e aos poucos fui revivendo um passado distante. fotos, muitas fotos de quando eu nem imaginava o que ainda estava por vir. fotos de pessoas e situações que já foram e não voltam mais. bilhetes que outrora eram espalhados pelas paredes do quarto, pelos cadernos ou dentro de envelopes perfumados, todos com adesivos coloridos que tinham a intenção de grudar pra sempre o pra sempre que já passou e que perdeu a cor, como uma foto velha..

uns vão para que outros venham. os que ficam certamente são como pequenos pedacinhos que nos faltavam e que vamos encontrando pelo caminho que a nossa estrada segue.
senti saudade, mas não muita.
fui pro bar e tudo passou.

15.10.07

.um ano.

tempo suficiente para que muita coisa mude. para que aquela volta se complete. para que tudo tome outro rumo, outra direção. tempo para que novas pessoas cruzem a nossa estrada. tempo para novas conquistas, novas desilusões, novas felicidades e tristezas. tempo para rever conceitos, voltar atrás ou esquecer o que passou. tempo para que as quatro estações entrem pela janela aberta ou pela fresta na porta que ainda não foi fechada por completo.

tempo.
tempo.
tempo.

me acompanha sem pressa, sem a agonia de não saber esperar, sem a ansiedade que rouba o sono. eu espero e repito que tudo tem o seu tempo.

tempo.
tempo.
tempo.

tempo para os sorrisos, os abraços, os segredos, o silêncio, os olhares, as pessoas. tempos assim eu guardo como uma fotografia no espaço reservado para as coisas boas, aquelas que me roubam o folêgo quando me fazem feliz.

não lembro quanto tempo faz ou como começou, mas me faz bem o tempo que dura.

7.10.07

.fez-se esse nó.

não lembro quando foi a última vez que desenhei em tons de vermelho. hoje, depois de tudo, o fiz e sorri. um sorriso bobo, meio borrado e salgado de lágrimas. as últimas que ainda insistiam em cair fazendo pequenas poças nas folhas rabiscadas de histórias, trechos de conversas, piras, segredos, vontades, músicas e supostas soluções para problemas que minha cabeça cria, quando está vazia. eu já nem sei mais até que ponto estou sendo cabeça nas nuvens e pés no chão. não sei. não sei se faço a coisa certa quando perco o rumo dos pensamentos, quando me perco em meio a vômitos sentimentais em folhas de papéis espalhadas pelo quarto ou...

quando sou eu mesma quando falo com você.


não sei.
não sei.
não sei.


não encontro as respostas.
não encontro o meu sono.
não me encontro.


mas..


‘eu sei me perdi...’

6.10.07

.eu vou bem. e você?.

quando você faz o bem, quando você se relaciona com as pessoas certas, quando o seu pensamento é positivo, tudo tende a ser melhor. os dias se tornam mais felizes, cheios de cores e sorrisos. os problemas tornam-se planos e os planos tornam-se a realização de ser alguém capaz. capaz de ser melhor, capaz de ver os sonhos se realizarem pouco a pouco, capaz de acordar de bom humor em uma manhã tumultuada de segunda-feira.



alguém capaz de ser feliz para si e para os outros.

3.10.07

.o dia em que o dia termina bem.

29 de novembro - mombojó fnac - curitiba
30 de novembro - mombojó - curitiba


e claro, muitas outras coisinhas boas, que, só quem é especial sabe.

1.10.07

.e agora o amanhã, cadê?.

ouço a mesma musica centenas de vezes. as horas não passam como deveriam passar. mais um final de semana que termina assim, vazio. inútil como os inúmeros controles remotos que estão espalhados pelo chão da sala. intactos e mais uma vez, inúteis. nenhum me levará para onde a minha mente já foi faz tempo. nenhum é capaz de mudar a freqüência das idéias que se perderam assim que eu perdi o controle de tudo.
me perguntam sobre os sorrisos, eu respondo sobre você. sobre as vontades. sobre a distancia. sobre a ausência.


sobre estar só, (eu sei).

26.9.07

o que eu faço com toda essa vontade que eu tenho de você?

24.9.07

.colorida artificialmente.

talvez fosse melhor engolir a dor junto com o remédio, atando tudo ao nó que fica preso na garganta.

e me sufoca.

remédio amargo para uma felicidade colorida artificialmente..

20.9.07

.acaso é amigo do meu coração.


mais feliz eu seria se a tua casa fosse na rua de cima..

o trajeto até lá seria uma viagem quase que sem fim. seria como seguir o arco-íris, pouco importando a distância, apenas apreciando todas as cores e belezas até chegar ao tão esperado pote de ouro, no meu caso, a minha felicidade, você. não sei quando foi que perdi o controle de tudo, mas prefiro tudo assim, já que o 'assim' é o menos longe que minha imaginação me permite..

ninguém precisa entender.
ninguém precisa questionar.
nada precisa fazer sentido quando meu sorriso fala por mim.

eu só queria uma distância mais curta.

17.9.07

.talvez amanhã.

queria tanto que tudo estivesse bem. queria você aqui. queria eu aí. queria nós dois em todos os lugares possíveis e imagináveis. queria você, assim, sem precisar falar nada, só olhar e congelar a imagem pra mim, pra nós dois. queria cuidar de você. queria conhecer de perto os teus defeitos, escutar tua risada, aprender as tuas gírias, me apaixonar pelo teu sotaque..
queria te contar meus segredos, te fazer rir dos meus medos...
queria você.


continuo querendo.

13.9.07

.fazer o bem sem olhar a quem.

a felicidade está totalmente ligada com a capacidade que você tem de ser bom.
e se você não for, desista.