13.12.07

até 2008.


:*

12.12.07

muito obrigada, mesmo.

25.11.07

não é necessário muito pra manchar um, de um par.


(só por hoje queria ser mais pé no chão.)


os planos voltam para as folhas rabiscadas e lá permanecem.
fecha caderno, fecha gaveta.
(respira)

23.11.07

.swiiiiinga!.


eu já havia desistido de ir ao show, meu ânimo para diversão tinha ido embora com o vento e se espalhado por aí. mas, nada como um bom chacoalhão, do homem mais importante da minha vida, pra me despertar. do outro lado da linha ele aflito e todo fofo me dando conselhos com aquele sotaque e voz de pai sério, mas que ao mesmo tempo se derretia a cada soluçada que eu dava.
(...)
'...saia pra sorrir e deixe essa 'dor de cabeça' pra quem gosta de dor de cabeça...'

e assim foi.

'só vamos embora quando tudo terminar'



dores nas pernas e zumbido no ouvido.

19.11.07

.por um segundo mais feliz.


cada felicidade tem o seu momento de cantarolar pelos cantos, de fazer planos, de roubar sorrisos, de ter o privilégio de ser o primeiro pensamento do dia e o ultimo da noite. é a felicidade que tem lugar em todas as conversas, em cada comentário, nos pequenos detalhes da imaginação inquieta e em cada suspiro que escapa durante o dia. é a felicidade que embeleza a alma destacando os olhos que brilham e as bochechas, que de tantos sorrisos, ficam rosadas. é a felicidade que não se compra, não se rouba e não se acha em qualquer lugar. é a felicidade que se conquista, que se deixa conquistar. é a felicidade estampada com letras garrafais que contagia desde o porteiro do prédio até o gerente do banco.

foi assim quando tirei 10 no tcc; quando me formei; quando namorei pela primeira vez; quando tirei as rodinhas da bicicleta; quando perdi o primeiro dente de leite; quando fiz as pazes com uma amiga; quando fui tia (5 vezes); quando me apaixonei pela primeira vez; quando fui ao show da banda preferida com minha melhor amiga; quando viajei com a outra melhor amiga; quando dirigi o carro do meu pai pela primeira vez; quando resolvi ser alguém melhor; quando aprendi a pedir desculpas; quando consegui meu primeiro estágio; quando ganhei uma festa surpresa; quando eu mato a saudade; quando o vocalista da minha banda preferida me chamou pra conversar; quando fiz a viagem dos sonhos;... ... ... ... ... ...

são inúmeras as felicidades que vieram, ficaram, passaram e ainda estão por vir. de todos os tamanhos, cores e formas. todas capazes da mesma sensação que eu nem sei explicar, mas contagia só de olhar. não sei quanto tempo dura, só sei que faz bem todo o tempo que estiver comigo e que, cada pedaço dela vale muito a pena porque é sincera. é nela que está o melhor sorriso, melhores frases, melhores olhares, melhores trocas de carinho, os melhores momentos que serão guardados pra sempre. é o meu melhor para a melhor sensação que droga nenhuma é capaz de causar e dinheiro nenhum é capaz de comprar.

é a felicidade das pequenas coisas que fazem a grande diferença em um dia que tinha tudo pra rotineiro.

17.11.07

a vida é muito rápida, faz a gente ir do céu ao inferno em questão de segundos...

12.11.07

.suposta declaração (de amor) aos pedaços.



'...uma felicidade inquieta que festeja aqui dentro com balões coloridos, confetes e serpentinas; que faz cócegas só de olhar e imaginar tudo o que ainda está por vir. invade cada pedaço meu sem pedir licença, sem bater na porta, sem ser anunciado. me rouba o sono, me faz perder o ar e muitas das palavras que ainda tenho pra falar, só o silêncio do momento certo vai falar por mim. quero ouvir os sinos, as batidas do coração acelerado. quero o suor frio nas mãos, as pernas bambas... o arrepio que dança por todo o corpo. quero que você saiba da intenção dos meus sorrisos, quero que se perca em meu olhar.. que não peça nunca pra te soltar.

quero uma canção que te traga pra perto...'
(bochecha rosada)

10.11.07

.sobre perdas, mas só algumas.

algumas coisas perderam a graça, perderam seu charme e seu encanto. algumas pessoas perderam o posto de primeiro lugar, perderam os sorrisos que já não são mais capazes de causar. alguns lápis perderam a ponta, perderam a cor. algumas jóias perderam o brilho, perderam o valor. alguns pensamentos perderam o rumo, perderam os sentidos.

eu perdi o nexo.
estou perdendo o amor próprio.
não sei mais o que perdi, mas preciso me segurar com os dois pés no chão.


queria acreditar que a culpa não é minha, mas finais de semana são depressivos, melancólicos.
sai daqui e feche a porta.

9.11.07

~
hoje estou egoísta e vou guardar tudo só pra mim.

já que o 'mim' ainda não é 'nós'.
~

5.11.07

hoje, 15:19

3.11.07

.vazio.

queria fazer esse silêncio berrar nos mais escuros becos. esse silêncio que me prende longe dos seus braços e me cega dos olhares que não posso ver. o silêncio que me afasta de onde eu queria estar. que distancia minhas mãos das suas. o silêncio que é gritante, que maltrata e apaga os sorrisos mais sinceros. o silêncio vazio, sem abraço, sem olhares, sem o toque. o silêncio que sufoca. o silêncio das frases que magoam. o silêncio das lágrimas em um canto qualquer do quarto escuro. o silêncio do coração acelerado e da sensação de ser inútil. o silêncio sem cor, sem nome ou sobrenome.



o silêncio que eu nunca mais quero pra mim.

31.10.07

.queria saber.

quando é hora de parar; o que acontece quando os sentidos se perdem no primeiro sorriso do dia; controlar o que perdeu o controle; que não existe resposta pra tudo e que nem tudo merece uma resposta. queria saber não precisar saber de certas coisas que apagam o sorriso e tornam um dia ensolarado no mais cinzento dos dias.

eu nem queria saber de tanta coisa assim.

só queria saber da parte que me agrada. e ela vai desde a forma como você fala comigo até o modo como você me faz sorrir. desde as nossas vontades em comum até chegar aos segredos que você nunca ousaria contar. queria saber sobre a sua boca também. e se não fosse pedir muito, saber sobre seus olhos. os dois.

mas hoje, o que eu queria mesmo, [além de um chocolate bem suculento e calórico], era saber o que a chuva quis me dizer no começo da tarde, quando resolveu molhar meu braço e espelhar um longo arrepio pelo corpo.

25.10.07

.

quando alguém se deixa cativar corre o risco de chorar um pouco.

22.10.07

.cores nos meu dias.

céu laranja com fundo cor-de-rosa. flores amarelas na grama verde do vizinho. balas coloridas no potinho transparente da cozinha...

cores.
cores perfumadas.
cores com sabores.
cores que dizem tudo.
cores que não dizem nada.

escolha a cor que te convém, meu bem.
e me diz, em segredo, qual será a cor do momento, quando o (nosso) momento chegar.

19.10.07

.vermelho.

tentar me desligar. cortar o fio do 220v e substituir por um sem muita potência, mas fácil de queimar em dias de chuva na vidraça e céu metalizado.



tentar.

18.10.07

.te roubar pra minha história.

ao abrir a porta, um cheiro de nostalgia com perfume doce me fez sorrir. as paredes azuis continuam azuis. um azul meio apagado, mas ainda assim, azul. as fotos já não estão onde há muito tempo estiveram, tudo está vazio. no guarda-roupa algumas poucas mudas de roupas, algumas lembranças e muitas caixas de tamanhos e cores diferentes.

tentei resistir.

no chão gelado me senti como a muito não me sentia, escolhi a caixa mais colorida e aos poucos fui revivendo um passado distante. fotos, muitas fotos de quando eu nem imaginava o que ainda estava por vir. fotos de pessoas e situações que já foram e não voltam mais. bilhetes que outrora eram espalhados pelas paredes do quarto, pelos cadernos ou dentro de envelopes perfumados, todos com adesivos coloridos que tinham a intenção de grudar pra sempre o pra sempre que já passou e que perdeu a cor, como uma foto velha..

uns vão para que outros venham. os que ficam certamente são como pequenos pedacinhos que nos faltavam e que vamos encontrando pelo caminho que a nossa estrada segue.
senti saudade, mas não muita.
fui pro bar e tudo passou.

15.10.07

.um ano.

tempo suficiente para que muita coisa mude. para que aquela volta se complete. para que tudo tome outro rumo, outra direção. tempo para que novas pessoas cruzem a nossa estrada. tempo para novas conquistas, novas desilusões, novas felicidades e tristezas. tempo para rever conceitos, voltar atrás ou esquecer o que passou. tempo para que as quatro estações entrem pela janela aberta ou pela fresta na porta que ainda não foi fechada por completo.

tempo.
tempo.
tempo.

me acompanha sem pressa, sem a agonia de não saber esperar, sem a ansiedade que rouba o sono. eu espero e repito que tudo tem o seu tempo.

tempo.
tempo.
tempo.

tempo para os sorrisos, os abraços, os segredos, o silêncio, os olhares, as pessoas. tempos assim eu guardo como uma fotografia no espaço reservado para as coisas boas, aquelas que me roubam o folêgo quando me fazem feliz.

não lembro quanto tempo faz ou como começou, mas me faz bem o tempo que dura.

7.10.07

.fez-se esse nó.

não lembro quando foi a última vez que desenhei em tons de vermelho. hoje, depois de tudo, o fiz e sorri. um sorriso bobo, meio borrado e salgado de lágrimas. as últimas que ainda insistiam em cair fazendo pequenas poças nas folhas rabiscadas de histórias, trechos de conversas, piras, segredos, vontades, músicas e supostas soluções para problemas que minha cabeça cria, quando está vazia. eu já nem sei mais até que ponto estou sendo cabeça nas nuvens e pés no chão. não sei. não sei se faço a coisa certa quando perco o rumo dos pensamentos, quando me perco em meio a vômitos sentimentais em folhas de papéis espalhadas pelo quarto ou...

quando sou eu mesma quando falo com você.


não sei.
não sei.
não sei.


não encontro as respostas.
não encontro o meu sono.
não me encontro.


mas..


‘eu sei me perdi...’

6.10.07

.eu vou bem. e você?.

quando você faz o bem, quando você se relaciona com as pessoas certas, quando o seu pensamento é positivo, tudo tende a ser melhor. os dias se tornam mais felizes, cheios de cores e sorrisos. os problemas tornam-se planos e os planos tornam-se a realização de ser alguém capaz. capaz de ser melhor, capaz de ver os sonhos se realizarem pouco a pouco, capaz de acordar de bom humor em uma manhã tumultuada de segunda-feira.



alguém capaz de ser feliz para si e para os outros.

3.10.07

.o dia em que o dia termina bem.

29 de novembro - mombojó fnac - curitiba
30 de novembro - mombojó - curitiba


e claro, muitas outras coisinhas boas, que, só quem é especial sabe.